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LEE MILLS

CONDUCTOR

"Mills emerged in his element here, showing an obvious fondness for this epic, unjustifiably neglected score. Along with a compelling dramatic arc, he elicited characterful playing for the many solos that enrich it."

-Thomas May, Musical America

BIO

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Five-time winner of the Solti Foundation U.S. Career Assistance Award, Lee Mills is internationally recognized as a passionate, multifaceted and energetic conductor. In naming Mills as the ‘New Artist of the Month’ for March 2022, Musical America praised Mills’ ‘omnivorous musical temperament eager to try out highly contrasting musical styles and approaches.’

 

During the pandemic, Mills was an invaluable asset to the Seattle Symphony, giving dozens of performances, including the 2020 Season Opening Gala on Seattle Symphony Live, and recording multiple albums with the orchestra. Mills also was the ‘hero of the hour’ (Seattle Times) when he stepped in at the last minute to replace Thomas Dausgaard for a performance of Hanna Lash’s world premiere double-harp concerto The Peril of Dreams and Amy Beach’s epic Gaelic Symphony in November 2021, about which Thomas May wrote in Musical America, ‘Mills emerged in his element here, showing an obvious fondness for this epic, unjustifiably neglected score. Along with a compelling dramatic arc, he elicited characterful playing for the many solos that enrich it.’

 

In the fall of 2022, Mills was the Solti Foundation U.S. Resident at Lyric Opera of Chicago, where he worked with maestro Enrique Mazzola on the Lyric's production of Verdi's Don Carlos. The League of American Orchestras selected Mills for the 2018 Bruno Walter National Conductors Preview where he conducted the Nashville Symphony Orchestra, and in 2017 Mills was selected as a semi-finalist in both the Sir Georg Solti International Conducting Competition and the Opera Royal de Wallonie-Liege International Opera Conducting Competition. In addition, he conducted alongside David Robertson in the highly acclaimed U.S. Premiere of John Cage’s Thirty Pieces for Five Orchestras with the Saint Louis Symphony.

 

In addition to his work with the Brazilian Symphony Orchestra and the Seattle Symphony, he has also led concerts with the Baltimore Symphony Orchestra Los Angeles Philharmonic, the Milwaukee Symphony Orchestra, the Naples Philharmonic, National Symphony Orchestra (USA), the Rochester Philharmonic, the Saint Louis Symphony Orchestra, the San Antonio Symphony and the São Paulo State Symphony Orchestra. In 2014, Mills was the Assistant Conductor to David Robertson for Carnegie Hall’s National Youth Orchestra of the USA.

 

Through his project Vibe Sinfônica, initiated in 2018 in partnership with nightlife producer The Week Group in São Paulo, he has brought classical music to thousands of new listeners through performances in unusual settings. In their inaugural performance, Vibe Sinfônica performed music of Vivaldi at The Week Group’s 14th anniversary in São Paulo, playing to a crowd of over 10,000 EDM fans and opening for DJ Offer Nissim. This project was also featured in a video clip of Tchaikovsky's Swan Lake, created to commemorate the 15th anniversary of The Week.

 

​At the invitation of the Baltimore Symphony Orchestra Music Director Marin Alsop, he received the prestigious BSO-Peabody Institute Conducting Fellowship in 2011. Under the tutelage of Gustav Meier and Marin Alsop, Mills received his Graduate Performance Diploma and Artist’s Diploma in Orchestral Conducting at the Peabody Institute. He was a conducting fellow at the American Academy of Conducting at Aspen during the summers of 2012 and 2013, working closely with Larry Rachleff, Robert Spano and Hugh Wolff. Mr Mills graduated cum laude from Whitman College, where he studied with Robert Bode.

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Concerto Americano: George Gershwin - Porgy and Bess Suite - Regência: maestro Lee Mills
24:37

Concerto Americano: George Gershwin - Porgy and Bess Suite - Regência: maestro Lee Mills

Concerto Americano: George Gershwin - Porgy and Bess Suite Maestro Lee Mills Solistas: Virgínia Hogan, Jennifer Heemstra, Edilson Leal (piano) Soprano Grace Touhill Organização: Casa Thomas Jefferson George Gershwin – Porgy and Bess Suite Por sua fusão de elementos sinfônicos europeus com o jazz americano, Porgy and Bess é uma ópera que sempre transitou entre o erudito e o popular. Em sua grande lista de apresentações, ela já foi montada como ópera, musical, teatro musicado e filme para televisão e cinema. Suas canções foram gravadas pelos grandes nomes da música popular americana, tais como Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Sarah Vaughan, Louis Armstrong, Miles Davis, John Coltrane e Janis Joplin. A história se passa na favela de Catfish Row, nas imediações de Charleston, Carolina do Sul. Bess é uma prostituta cujo amante, o estivador Crown, homem desonesto e violento, comete um assassinato e foge, deixando Bess entregue à própria sorte. Sportin’ Life, traficante de drogas, a convida para ir a Nova York, mas ela o rejeita. Sem casa, Bess bate de porta em porta pedindo ajuda, mas é rejeitada por todos, menos por Porgy, mendigo e deficiente físico que a recebe e lhe dá abrigo. Os dois se apaixonam. Um dia, indo a um piquenique na ilha Kittiwah com toda a comunidade de sua favela, Bess deixa para trás Porgy, que não conseguira embarcar. Crown, que se escondia na ilha, surpreende Bess. A moça tenta escapar, mas acaba rendendo-se e permanece na ilha. Após alguns dias, muito doente, Bess retorna a Catfish Row. Porgy a recebe e a abriga. Crown reaparece, salva os pescadores de uma tempestade e exige a volta de Bess. Porgy o mata. Preso como suspeito de assassinato, é liberado na semana seguinte. Volta a Catfish Row, mas, para sua tristeza, descobre que Bess fugira para Nova York com Sportin’ Life. Porgy parte em busca de Bess em sua carroça. Composta em 1934-35, a ópera teve sua estreia no Colonial Theatre, em Boston, em 30 de setembro de 1935. Desde sua inauguração, em 1900, o Colonial Theatre tem sido um espaço em que os produtores da Broadway testam suas montagens, geralmente por uma temporada de poucos dias, antes de levá-las a Nova York. Porgy and Bess foi também uma montagem destinada à Broadway. Sua estreia em Nova York se deu em 10 de outubro de 1935, no Alvin Theater (hoje Neil Simon Theatre). A cultura dos teatros musicais americanos é baseada em trabalho de equipe. Uma vez que a demanda por novos musicais sempre foi frenética, os compositores precisavam recorrer aos arranjadores, que orquestravam as músicas e as deixavam prontas para o palco. Robert Russell Bennett era um arranjador da Broadway e de Hollywood, tendo trabalhado, dentre outros, com Irving Berlin e Cole Porter. Em 1937, último ano de vida de Gershwin, Bennett foi seu assistente na orquestração da música para o musical de Hollywood Vamos dançar (Shall we dance), com Fred Astaire e Ginger Rogers. Em 1942, através de uma encomenda de Fritz Reiner, regente da Orquestra Sinfônica de Pittsburgh, Bennett criou uma versão de concerto da ópera de Gershwin, intitulada Porgy and Bess: um retrato sinfônico. A versão de Bennett inclui a maioria das canções de Gershwin, embora não exatamente na ordem em que aparecem na ópera. Esta versão para concerto, que possui uma orquestração muito próxima do original, foi um dos grandes esforços para tornar a música de Gershwin conhecida do grande público.

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